Eu me pergunto: o que é ser idoso? E mais: por que nossa sociedade teme tanto a velhice? Sentindo-me bastante saudável e com energia suficiente para me lançar em novos desafios, olho no espelho e nele vejo meu rosto refletido. Com olhar avaliador detenho-me para me observar.
Noto que parte de meus cabelos continuam castanhos, embora seja necessário reconhecer que há bom tempo fios prateados começaram a substitui-los. Logo mais, serão maioria... Minha pele não mais apresenta a flexibilidade e o viço de antes e rugas se aprofundam e se tornam marcas que, como cicatrizes, me acompanharão em minha velhice.
Na tentativa de me reconhecer nessa imagem que também me examina, noto meu olhar: este ainda possui certo brilho por onde transparece a pessoa romântica, sonhadora e idealista que fui em minha juventude e na maturidade. Há algo, porém, que os diferencia: meu olhar do passado era um tanto fugidio, assustadiço e tímido, embora revelasse, dependendo da circunstância, o entusiasmo e a
Existe felicidade em ser idoso. Os limites naturais de saúde, memória, concentração, filhos ausentes podem ser superados pelos ensinamentos que a própria idade trouxe: experiência, liberdade, autonomia e boas lembranças de sua jornada. Este blog trará histórias de vida que confirmam fatos científicos sobre de que modo este aprendizado pode ser aplicado para a conquista da qualidade de vida.
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A AQUARELA E O ARTISTA
Refletir sobre esse processo chamado Vida é mesmo apaixonante e convém a qualquer idade. Mas para os idosos, avaliá-la tem um sabor a mais, já que são muitas as experiências adquiridas!
Pensar na vida, no significado das vivências que tivemos e das inúmeras pessoas com quem nos relacionamos é um excelente exercício para ativar nossa memória afetiva e emocional.
Observemos um artista plástico que desenha e pinta seus quadros. Em sua aquarela encontramos uma profusão de cores. Ao planejar seu trabalho o artista imagina não só o que irá desenhar, como também as nuances de cor que usará para garantir que as pessoas sintam, exatamente, a emoção que deseja transmitir.
Pensar na vida, no significado das vivências que tivemos e das inúmeras pessoas com quem nos relacionamos é um excelente exercício para ativar nossa memória afetiva e emocional.
Observemos um artista plástico que desenha e pinta seus quadros. Em sua aquarela encontramos uma profusão de cores. Ao planejar seu trabalho o artista imagina não só o que irá desenhar, como também as nuances de cor que usará para garantir que as pessoas sintam, exatamente, a emoção que deseja transmitir.
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